terça-feira, 30 de dezembro de 2014


Pastor Marcos Pereira sai da cadeia e passa Natal com a família e fiéis 
O fundador e líder da Igreja Assembleia de Deus dos Últimos Dias (ADUD), pastor Marcos Pereira da Silva, está em liberdade deste a véspera de Natal, graças a uma decisão do Supremo Tribunal Federal, que acolheu o pedido de habeas corpus. O pastor foi condenado por estupro, pela 2ª Vara Criminal de São João de Meriti, na Baixada Fluminense, a 15 anos de prisão.
No Facebook os membros  e familiares do pastor comemoram a libertação do pastor: “ADUD – Assembléia de Deus dos Últimos Dias tem a Honra de informar que o nosso Pastor Marcos Pereira está livre, e, encontra-se na igreja, Sua prisão nos ensinou que o justo sofre mas vence! Deus Abençoe a Todos!”
Segundo o texto da juíza Ana Helena Mota Lima Vale, as testemunhas ouvidas relatam com firmeza como o acusado é uma pessoa manipuladora, fria, só pensa em si, utilizando-se das pessoas para satisfazer seus instintos mais primitivos e de forma promíscua e que utiliza da boa fé das pessoas para enganá-las.
Após ouvir as vítimas, o delegado Márcio Mendonça, da Delegacia de Combate às Drogas (Dcod) do Rio de Janeiro, revelou que o suspeito dizia às mulheres que elas estavam “possuídas” e que só iriam se livrar do “mal” caso tivessem relação sexual com um religioso. Entre as vítimas está a ex-mulher dele e uma jovem que disse ter sido estuprada dos 14 aos 22 anos.
“Ele tinha um comportamento semelhante quando estuprava as mulheres dentro da própria igreja. Ele dizia que elas estavam possuídas e ele fazia crer que a única forma que essas pessoas pudessem ser libertadas daquele demônio era tendo relação com uma pessoa santa”, afirmou o delegado Márcio Mendonça.
Outras acusações 
Além do crime de estupro ele também foi acusado por associação ao tráfico, junto com o traficante Marcos dos Santos Nepomuceno, o Marcinho VP pela Promotoria de Investigação Penal do Ministério Público do Rio de Janeiro. De acordo com a denúncia, Marcinho VP e o pastor Marcos se associaram para a prática do tráfico e arquitetaram um plano criminoso onde utilizavam a estrutura da ADUD. O texto diz ainda que em um primeiro momento o pastor Marcos agia como um simples “pombo-correio”, levando ordens dos chefes do tráfico que estavam presos para as comunidades onde estes atuavam. Marcos Pereira também é investigado por homicídio e lavagem de dinheiro.

Foto: Instagram

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